Curiosidades Guarabirense: João Pessoa já morou em Guarabira onde tinha familiares

João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, nasceu em Umbuzeiro, no dia 24 de janeiro de 1878 e morreu em Recife, 26 de julho de 1930. Há 83 anos, morria o governador da Paraíba e de acordo com alguns historiadores, sua morte teria sido uma das causas da Revolução de 1930 que depôs o presidente Washington Luís e levou Getúlio Vargas ao Poder.


O ex-governador da Paraíba de 1928 a 1930 foi também advogado. Era sobrinho de Epitácio Pessoa, presidente da República (1919-1922). Foi auditor-geral da Marinha, ministro da Junta de Justiça Militar, ministro do Superior Tribunal Militar.


Foi candidato em 1930 à vice-presidente na chapa de Getúlio Vargas, mas perderam para à chapa governista, encabeçada por Júlio Prestes.

João Pessoa foi morto por seu inimigo político, João Dantas, na Confeitaria Glória, no Recife. Em sua homenagem, a partir do dia 4 de setembro de 1930, a capital do estado da Paraíba, antes denominada de Parahyba, passou a se chamar João Pessoa.


Filho de Cândido Clementino Cavalcanti de Albuquerque e Maria de Lucena Pessoa (irmã do ex-presidente da República Epitácio Pessoa), João Pessoa fez seus primeiros estudos em Umbuzeiro. Em 1889 foi levado para a cidade de Guarabira, no brejo paraibano, por sua tia paterna, Feliciana Cavalcanti de Albuquerque Paes Barreto casada com o capitão do exército Emílio Barreto.


Com a transferência do tio para o Rio de Janeiro foi morar na capital federal, mudando em seguida para o estado da Bahia4 . Em 1894, João Pessoa volta a Paraíba, ingressa no Lyceu Paraibano e incorpora voluntariamente no 27º Batalhão de Infantaria. Após várias mudanças, chega ao Recife onde graduou-se como bacharel em Direito na Faculdade de Direito do Recife em 19041 . Nessa mesma turma se formou Clodomir Cardoso (1879-1953), jurista e político maranhense. Passou algum tempo de sua vida nos estados do Rio de Janeiro e do Pará.

Em 1905 casa-se com Maria Luiza de Souza Leão Gonçalves, filha do senador, ex-governador e Desembargador Sigismundo Antônio Gonçalves


Foi assassinado por João Duarte Dantas, seu adversário político, jornalista, cuja residência fora invadida por elementos da polícia, supostamente a mando de João Pessoa, que culminou com a publicação nos jornais da capital do estado de cartas íntimas trocadas com a professora Anaíde Beiriz

No ano de 1997 as cinzas do presidente João Pessoa e de sua esposa, Maria Luíza, foram transportadas para a capital paraibana e colocadas em um mausoléu construído entre o Palácio do Governo e a Faculdade de Direito da Universidade Federal da Paraíba.

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